Sonhos na Estrada de Sintra
Poisa o teu braço no meu
Ajuda-me a seguir
Ao virar esta esquina
Há um paraíso por descobrir.
Ajuda-me a seguir
Ao virar esta esquina
Há um paraíso por descobrir.
Não quero que assistas a esta lenta bebedeira
Porto-me como uma criança faminta
Vem embriagar-te comigo à beira
Ah de um barco, copo de absinto.
Porto-me como uma criança faminta
Vem embriagar-te comigo à beira
Ah de um barco, copo de absinto.
Mas dança, dança, dança p’ra mim
Dança p’ra mim
À noite, esta noite.
Dança p’ra mim
À noite, esta noite.
Chegou o momento de parar a farsa
Estou farto de conduzir esse animal
Sincero dizem no uso da palavra
Fotografia página jornal.
Estou farto de conduzir esse animal
Sincero dizem no uso da palavra
Fotografia página jornal.
E se este for o teu sonho
A brisa do tempo mais secreto
O sonho rasga as entranhas
E os chacais já andam muito perto.
A brisa do tempo mais secreto
O sonho rasga as entranhas
E os chacais já andam muito perto.
Mas dança, dança, dança p’ra mim
Dança p’ra mim
À noite, esta noite.
Dança p’ra mim
À noite, esta noite.
O assassino ergueu-se das travas do sucesso
E conduziu um carro azul por entre círculos de mulheres
E esse assassino eras tu
Roçando o imenso quente prazer de provocar
Esse assassino eras tu mulher, mulher… mulher do meu encanto.
E conduziu um carro azul por entre círculos de mulheres
E esse assassino eras tu
Roçando o imenso quente prazer de provocar
Esse assassino eras tu mulher, mulher… mulher do meu encanto.
Quero o meu nome
Ou o teu nome.
Ou o teu nome.
Sonhos na estada de Sintra
Noites Negras de Azul

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